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quarta-feira, 30 de abril de 2014

Concurso Veuve Cliquot de gastronomia internacional premia os brasileiros Alex Atala e Helena Rizzo entre os 50 melhores chefs do mundo

Alex Atala e Helena Rizzo entre os melhores chefs do mundo

“Parece que a viagem de Helena Rizzo ao topo dos reconhecimentos internacionais como chefe de cuisine está apenas começando. No entanto, o auge já está à vista, com dois grandes prêmios por seu restaurante que está constantemente subindo na lista dos 50 Melhores Restaurantes do Mundo. 

No ano passado a gaúcha Rizzo (na foto acima com uma bandeja de codornas) recebeu o prêmio de Melhor Chef Feminino na inauguração da lista dos 50 Melhores Restaurantes da América Latina e este ano atinge a mesmas honra no cenário mundial, um feito extraordinário para alguém que só está na metade dos seus 30 anos. (Só para registrar: ela também foi a melhor chef feminino no Prêmio Nacional Dólman 2014, o mais importante do Brasil). 
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Seu restaurante Mani fica no Jardim Paulistano, em São Paulo-SP – endereço que combina com os ingredientes brasileiros tradicionais e filosofias culinárias com técnica moderna e uma pitada de influência internacional, da Espanha e da Itália em particular, que ela usa. 

--> A habilidade dos cozinheiros brasileiros em conciliar o respeito à tradição com técnicas contemporâneas e evolução da cozinha faz parte do talento cru e da experiência desta chef e de outros brasileiros, como Alex Atala (veja abaixo). Desde o início de sua jornada profissional Helena Rizzo procurou trabalhar com chefs que compartilhavam sua visão culinária ampla e adaptável. Pela culinária desistiu da carreira de modelo e da formação de arquiteta e aprendeu seu ofício com alguns dos chefs mais influentes de São Paulo, entre os quais Emmanuel Bassoleil, Luciano Boseggia e Neka Menna Barreto.
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Ao fazer uma grande turnê de culinária na Itália e na Espanha, que culminou no restaurante El Celler Girona, de Can Roca, conheceu seu futuro marido, o espanhol Daniel Redondo Cuevas (com ela, na foto acima). A dupla abriu o Mani em 2006 e continua a trabalhar  n a cozinha (mas também na gestão do restaurante) em uma parceria que está transformando o Mani em um dos melhores restaurantes da América Latina - liderado pela Melhor Chef Feminino do Concurso Veuve Clicquot Mundial.”

 
Alex Atala, do D.O.M. é o Chef do Ano, escolhido pelos demais chefs  

“Como um campeão incansável da comida brasileira, Alex Atala está na lista dos 50 melhores do mundo desde 2006 e ajudou a colocar a cozinha do Brasil no mapa gastronômico de uma forma poucos teriam acreditado ser possível há menos de 10 anos.
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Atala foi punk e foi DJ. Hoje é um chef de cuisine talentoso e também um explorador e embaixador cultural por mergulhar profundamente na Amazônia, auxiliado por cientistas e antropólogos (e por índios, veja abaixo), para descobrir ingredientes perdidos e trazê-los para suas receitas. Comer no DOM, seu restaurante São Paulo, necessita reserva com meses de antecedência e é quase como fazer uma viagem para o desconhecido, para um passado quase esquecido - mas que foi trazido de forma energética para o presente.
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O estilo de culinária de Atala é imersiva; ele mostra uma habilidade instintiva de trazer “para o mundo” ingredientes amazônicos não conhecidos. O chef começou a cozinhar durante uma viagem como mochileiro pela Europa, trabalhando em cozinhas na Bélgica, França e Itália, onde aprendeu as técnicas que usa ainda hoje. No entanto, foi durante essas viagens que Atala também reconheceu um fato interessante - assim como ele não foi capaz de dominar a culinária de cada país para o mesmo nível de chefs nativos, eles não seriam capazes de cozinhar alimentos no Brasil. Assim, nasceu o desejo de replicar as realizações de seus tutores e mestres, em sua terra natal. (Aliás, Atala criou outro restaurante, o Dalva e Dito, para criar “gastronomia afetiva com alma essencialmente brasileira”, como ele mesmo diz.
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Como acontece com qualquer aventura, a empreitada exigiu coragem e paixão para ser realizada. Quando Atala abriu seu restaurante, em 1999, sua única ambição era ganhar dinheiro e só ao longo do tempo seu restaurante auto-aclamado 'punk-boy' virou o DOM que é hoje.  Mas na trajetória o chef brasileiro levou legiões de chefs a seguirem o seu exemplo. Como o próprio Atala diz: "Nem todos os desajustados estão condenados . "
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Um brinde aos dois campeões,


Texto: Divulgação do concurso com edição de Rogerio Ruschel






 



segunda-feira, 28 de abril de 2014

Tirem as crianças da sala: chegaram os sensuais pirulitos com sabor de vinho que vão tirar o seu sono - está servido?


Por Rogerio Ruschel (*)  
Lembra quando você era pequeno e sua mãe não deixava você chupar pirulito porque ia estragar seus dentes? Pois agora você pode se vingar - e se dar bem, porque pirulito no século XXI é coisa para adultos. Pelo menos é o que a empresa Lollyphile pensa, e uma prova disso é o pirulito com sabor de vinho Merlot, que a ruivinha está oferecendo nas fotos acima e abaixo – está servido?

A Lollyphile é um fabricante de doces nascido em San Francisco, Califórnia e crescida em Austin, Texas - Estados Unidos. Embora tenha apenas 5 anos se tornou muito conhecida nos Estados Unidos pelos sabores originais de seus pirulitos, feitos especialmente para jovens moderninhos que procuram novidades diferenciadas. Como por exemplo, este instigante pirulito de pomegranate tangerine, que está lambuzando a coitada da moça, na foto abaixo.

Pois a empresa agora está oferecendo aos consumidores também pirulitos de vinhos e cervejas, que devem fazer muito sucesso no próximo verão do Hemisfério Norte. A loira abaixo, por exemplo, está degustando um pirulito de Chardonnay – dá para perceber, não?

Outro dos novos sabores de pirulitos com sabor de vinhos é um clássico: cabernet sauvignon. Se você prestar atenção, vai ver que a morena abaixo está segurando um pirulito de cabernet sauvignon.

Se você estiver em dúvida sobre qual sabor de vinho escolher, não tem problema: compre um pacote que tem pirulitos com os três sabores, como dá para ver abaixo.

Mas a empresa já tem outros produtos muito interessantes, como pirulitos de Amaretto, a tradicional bebida italiana que foi recriada na forma de pirulitos muito engraçados (e provavelmente saborosos...) – veja abaixo.

Outros sucessos são os pirulito de Absintho, a bebida alcoólica verdinha,com mais de 60% de álcool, que até o quanto eu saiba ainda é proibida no Brasil, e pirulito de Irish Cream, aquele delicioso drink leitoso que todo mundo gosta – veja abaixo as fotos dos pirulitos.


E que tal chupar um pirulito de Blue Cheese? Pode ser estranho, mas talvez seja o produto de mais sucesso, e que tem como promessa publicitária a frase “It's fun, it's sweet, it's bizarre, it's an adventure.”

Entre outros sabores, a Lollyphile produz também pirulitos com sabores florais (violeta, lavanda, rosas); pirulitos de sabores de chá (chá verde e chai) e sabores de frutas – como o de morango que como você pode ver, a moça da foto abaixo está curtindo.

Mas eles fabricam pirulitos com sabores muito doidos como chocolate e  maple/bacon - veja abaixo a moça preparando seu pirulito para o café da manhã.

Ou ainda sriracha, que é um tipo de molho tailandês muito apimentado – veja abaixo;

Mas o sabor mais estranho não é nenhum destes, e sim o pirulito de “Leite Humano”, isto mesmo, Breast Milk Flavour. Não são feitos de leite de mulheres de verdade, mas segundo os fabricantes “Estes pirulitos não vão trazer de volta memórias de infância; eles vão trazer o instinto animal.” Veja abaixo o “modelo” utilizado para apresentar o pirulito de leite de mamãe...

Nos Estados Unidos os pirulitos da Lollyphile tem preços a partir de US$ 3,00 a unidade; na Europa o preço individual é 2,5 Euros. Eles ainda não enviam para o exterior, mas creio que em breve vão poder dar conta disto também. 

Como sou seu amigo, meu caro leitor, informo o site da Lollyphile para você ver quanto custam os pirulitos mais sedutores do mundo: http://www.lollyphile.com/

(*) Rogerio Ruschel é jornalista, enófilo e voltou a gostar de pirulitos – mesmo sabendo que podem fazer mal para os dentes…



 
 

sexta-feira, 25 de abril de 2014

Conheça Iniesta, campeão do mundo pela Espanha em 2010, que antes de jogar futebol queria produzir vinhos; hoje é craque nos estádios e vinhedos


Por Rogerio Ruschel (*)
Sempre respeitei o talento. E agora convido meu prezado leitor a conhecer Iniesta, um cara que nasceu num pequeno vilarejo da Espanha, é uma personalidade internacional por ser um dos melhores jogadores de futebol do mundo - mas é discreto e simples, um modelo a ser seguido como profissional, pai, filho e ser humano.

Andrés Iniesta Lujan nasceu em 11/5/1984 em Fuentealbilla, um vilarejo com menos de 2.500 moradores na Província de Albacete, região de Castella-La Mancha, na Espanha. Cresceu correndo pelas ruas simples do vilarejo e pelos vinhedos do avô e da região (fotos abaixo). Em uma entrevista recente revelou que adorava aquilo e aos oito anos de idade queria trabalhar na terra e produzir vinhos.
Mas também gostava de jogar futebol e aos 12 anos, quando estava na equipe junior do modesto e desconhecido Albacete Balompié Futbol Club, foi convidado pelo Futbol Club Barcelona para ir para  La Masía, o centro de formação de jogadores do badalado clube - veja parte da administração do centro de treinamento na foto abaixo.

Iniesta foi e não saiu mais do Barcelona, onde está há quase 14 aos. Sofreu muito porque tinha saudades de casa, mas tinha talento e se tornou um vencedor. Só para relembrar, em 2010 foi campeão do mundo pela Espanha (o que não vai repetir na Copa 2014, porque os brasileiros vão ganhar); em 2011 foi campeão da Copa do Mundo de Clubes pela segunda vez e nos últimos 4 anos tem estado em qualquer lista dos melhores do mundo, competindo com Messi, Cristiano Ronaldo e um ou outro.

Pessoalmente acho que Iniesta é o melhor jogador do Barcelona e da Seleção Espanhola. Mas, além do jogador que faz magia com a bola e coloca seus parceiros na “cara do gol”, Iniesta é uma pessoa que respeita e compartilha valores familiares, um amante do vinho como parte de sua própria cultura (sempre que pode trabalha na vinícola, veja abaixo) e uma pessoa comprometida com a sua terra natal, sua comunidade, com suas raízes.

Aliás, Iniesta participa de uma campanha para que a sua cidade Fuentealbilla seja reconhecida como Patrimônio da Humanidade pela Unesco; na foto abaixo ele apresenta a cidade para visitates de um site da campanha no Facebook.


 Um exemplo: ele podia “ajudar” com alguns Euros, mas entre 2011 e 2013 doou um total de 660 mil Euros ao Albacete Futebol Clube para salvá-lo de uma crise financeira – e não, não comprou o clube, apenas ajudou, porque jogou lá quando crianca e porque seu pai era Conselheiro. Casado, tem uma filha (Valeria, veja abaixo) e teve que superar a dor da perda de outro filho, quando sua mulher estava no sétimo mes de gravidez.

Ele poderia estar gastando dinheiro comprando jatinhos e apartamentos luxuosos, criando casos com jornalistas, fotógrafos e com a polícia (usando drogas como outros tantos VIPs), poderia reclamar do mundo quando seu filho morreu – mas Iniesta é um ser humano que prefere a companhia sincera dos amigos e de pisar no chão. 

E o chão que ele gosta de pisar – além do gramado de Camp Nou, o estádio do Barcelona – é Fuentealbilla (onde Iniesta já é nome de uma rua), provincia de Albacete, entre os rios Cabriel e Iúcar, onde está a empresa de sua familia, a Bodega Iniesta - veja abaixo uma foto aérea da propriedade.

Na região os Iniesta plantam uvas típicas regionais (como Macabeo, Bobal e Graciano) e internacionais (como Chardonnay, Petit Verdot e Sauvignon Blanc) e produzem vinhos tintos, brancos e rosés com duas marcas: Finca El Carrill e Corazón Loco com a Denominação de Origem (D.O.) Manchuela. 

Embora a familia esteja no negócio de vinhos desde os anos 1970 (acima, Iniesta com seu pai), somente em 2010 a empresa atingiu a maturidade empresarial que perseguiam, com 120 hectares de videiras produzindo e o projeto industrial moderno funcionando  (fachada na foto abaixo), o que já permitiu que em 2013 a produção atingisse 700 mil garrafas, o que é bastante.

Os rótulos com a marca “Finca El Carril” (abaixo) são produzidos com uvas autóctones e variedades tradicionais e tem preços que respeitam o consumidor: uma embalagem com 1 garrafa de tinto e 1 branco custa 19 euros. 

Já os produtos da marca “Corazón Loco” (acima) são mais jovens, frescos e dinâmicos, vinhos desenvolvidos para paladares mais jovens e ocasiões mais informais – “com um sabor mais aveludado na boca”, segundo o próprio Iniesta. Um conjunto com 3 garrafas custa 17 Euros. A Bodega Iniesta atualmente distribui seus produtos apenas na Espanha, mas atende pedidos feitos pela internet e entrega em em toda a Europa, talvez também no Brasil; tente pelo site, em http://www.bodegainiesta.es   

Convidado a sugerir harmonizações com seus vinhos, Iniesta diz que “São vinhos que podem ser combinados com qualquer prato, mas eu gostaria de recomendar o Finca el Carril Valeria, um Chardonnay envelhecido em barril, para ser harmonizado com bacalhau em molho; o Sauvignon Blanc Coração Louco combina com qualquer tipo de risoto e com carne branca e finalmente o Sorcerer com uma boa vitela".

Os vinhos são produzidos com uvas qualificadas e tecnologia moderna, por técnicos qualificados – como deveria ser um investimento de primeira classe. A propriedade oferece recursos de enoturismo como gastronomia típica e de qualidade, degustações, visita aos vinhedos e à área produtiva, além de hospedagem simples no pequeno vilarejo – aliás, mesmo com menos de 2.500 moradores Fuentealbilla produz cultura em eventos religiosos e culturais e oferece atrações turísticas como ruínas de muralhas romanas (abaixo).
 Então,meu caro leitor, um brinde a Andrés Iniesta, uma pessoa que vem ajudando a deixar o mundo mais divertido e melhor - tim-tim! Para conhecer a comunidade de Iniesta acesse: http://www.fuentealbilla.es


Outros posts da série Taças na Copa:
Sobre o Faces, o vinho oficial da Copa do Mundo 2014 da FIFA: http://invinoviajas.blogspot.com.br/2014/05/um-brinde-copa-do-mundo-2014-com-o.html

 
(*) Rogerio Ruschel é jornalista, enófilo e gosta de ver Iniesta jogando - longe da seleção brasileira!



segunda-feira, 21 de abril de 2014

Participe de campanha de crowfunding para recriar o vinho que o Imperador romano Julio Cesar bebia há 2.000 anos em suas vitórias.


Por Rogerio Ruschel (*)
O multi-premiado criador de vinhos Roberto Cipresso, proprietário da WineMaking de Montalcino, Itália,  está tentando recriar o vinho preferido pelo Imperador Júlio César há mais de 2.100 anos – provavelmente o vinho que o imperador usava para comemorar suas vitórias, como a mostrada na tela acima. Para isso Cipresso lançou a campanha "Temporibus Vinum Giulii" (abaixo, foto do video de lançamento) em seu badalado estande na recente edição da Vinitaly 2014 e ampliou a campanha para a internet, fazendo a primeira campanha de crowfunding para um vinho. ("Crowfunding" é o nome dado a campanhas que arrecadam doações financeiras voluntárias para projetos sociais ou culturais lançados pela internet).

Cipresso é enólogo e proprietário da Fattore La Fiorita de Montalcino, Itália e dá consultoria a vinícolas em vários países, como à argentina Achaval Ferrer e à Bueno Bellavista Estate, vinícola do locutor brasileiro Galvão Bueno e seu sócio Grupo Miolo, no Brasil, para o desenvolvimento dos vinhos “Bueno-Cipresso Brunello di Montalcino”.  Lançado em Fevereiro de 2014, este novo rótulo do locutor Galvão Bueno é um DOCG produzido na vinícola Poggio al Sole, Toscana, com a clássica uva Sangiovese Grosso e está disponível no mercado brasileiro nas safras 2004 e 2007. Vejas fotos abaixo do locutor e o enólogo Roberto Cipresso.
Com sócios, Cipresso criou o projeto WineCircus, uma cantina-laboratório que pesquisa uvas autóctones e processos antigos de vinificação. O vinicultor utilizou vestígios de viníferas encontradas por pesquisadores entre as ruínas da vila do imperador romano Júlio César, em Campi Flegrei, Itália, local sobre o qual em 1493 foi construído o Castello di Baia pelo rei Afonso I de Aragão. Veja abaixo e na imagem de abertura, um quadro de Lionel Royer que mostra o líder da Gália Vercingetórix se rendendo a César, em seu trono de "dono do mundo ocidental".

Os vestígios encontrados apontam para uvas que permitiam produzir vinhos conhecidos em registros históricos como Falanx e Ellenicum, e como estavam plantados na residência dele, talvez fossem as uvas que faziam o vinho que o próprio imperador bebia. Aliás, segundo consta, no tempo de Júlio César o vinho era a bebida que animava grandes bacanais, como o da imagem abaixo.

O objetivo da campanha, segundo Roberto Cipresso “é criar uma comunidade de fãs que queiram recuperar os gostos e sabores de antigas vinhas perdidas no tempo e ajudar a cobrir os custos necessários para produzir uma quantidade limitada de garrafas de vinho – com 20.000 Euros conseguiremos produzir cerca de 1.000 garrafas de meio litro de um vinho que vai receber o nome de Vinum Giulii (veja abaixo) que serão entregues aos colaboradores."

Cipresso adianta também que "Se o crowdfunding tiver sucesso além disso, poderemos ampliar os estudos ou produzir mais garrafas para doação a museus e pesquisadores, mas nenhuma garrafa será vendida em hipótese nenhuma.” A campanha "Temporibus Vinum Giulii" está sendo realizada pelo site de "crowfunding" Indiegogo, mas como o site não permite que se arrecade dinheiro para um projeto de bebida alcoólica, os doadores vão participar do clube de pesquisa de vinhos de Cipresso, o WineCircus, e ganhar cartões de associado (cartão Preto, Prata ou Ouro) e garrafas do “Vinum Giulli”, conforme o valor da doação. Quem doar 5.000 Euros vai poder ficar um dia no Poggio dal Sole, a badalada vinícola (e hotel) de Roberto Cipresso em Montalcino, na Toscana italiana, onde foram tiradas estas fotos abaixo.

Quando escrevi este texto,  dia 20 de abril, cerca de 8% do valor total já havia sido arrecadado – veja em  https://www.indiegogo.com/projects/temporibus-by-roberto-cipresso#home
Júlio César foi o imperador que transformou a República Romana no Império Romano, a partir do ano 60 Antes de Cristo. O próprio Júlio César registrou seus feitos militares de conquista da Gália entre 58 e 52 A.C. num texto chamado “Bello Gallico” – veja abaixo capa de uma edição do século XVII.

Veja outra pesquisa para recriar vinhos antigos - desta vez na Sicilia - em http://invinoviajas.blogspot.com.br/2014/02/pesquisa-historica-na-sicilia-produz.html
(*) Rogerio Ruschel é jornalista, enófilo e gosta de pesquisas históricas – ainda mais se puder beber o resultado!