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sexta-feira, 19 de dezembro de 2014

Beatles, Mick Jagger, Madonna, Jim Morrison, Jimi Hendrix, Sting, BBKing … veja as grandes estrelas do rock harmonizando música com vinho

-->Por Rogerio Ruschel (*)

As principais estrelas do Rock & Roll nasceram nas camadas mais baixas da população e talvez por causa disso, ao entrarem para o show-business sempre combinaram música com sexo e drogas pesadas. Muitos músicos da geração psicodélica perderam o controle e fizeram viagens sem volta engolindo pilulas doidonas, cheirando pós esquisitos, enchendo a cara com destilados malucos ou se picando com drogas muito pesadas. Na foto da capa, os Beatles batizam barris de vinho em Jerez de La Frontera, Espanha, no começo da carreira.
-->Mas como tudo na vida, chegou um momento em que eles queriam curtir o sucesso e a beleza da carreira. O companheiro, então, certamente foi o vinho, na forma de champanhes ou taças de pinot noir, merlot, sauvignon blancs e assemelhados. Nas fotos acima, o rolling stone Mick Jagger, a balançante Madonna e o veterano ator de cinema Tony Curtis fofocam em torno de taças, e na outra foto Jagger compartilha champanhe com o guitarrista Lou Reed, um dos criadores do Velvet Underground.
-->A foto acima mostra que o poeta Bob Dylan e a cantora “de protesto” Joan Baez também gostavam de uma tacinha… A revista espanhola Vinopack publicou uma série de fotos de onde tiramos estas que mostram momentos em que o rock se encontrou com vinhos. Veja outras a seguir. Abaixo, o cantor e músico irlandes Bono, da banda U2, ativista em prol da paz e da África, examina com profundidade a cor do seu pinot noir.
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Na foto abaixo, Jim Morrison, vocalista do The Doors, morto em 1971 por uma overdose de heorína segura um cálice vazio, coitadinho...
-->Na foto abaixo Jimi Hendrix, talvez o maior guitarrista do rock, surgido nos grandes festivais de rock dos anos 60 (Woodstock, Monterey, Ilha de Wight) e morto em setembro de 1970, provavelmente por asfixia com comprimidos.
-->Abaixo, os músicos Rod Stewart e David Bowie bebem vinho na garrafa, em uma boate inglesa - lindas, as duas!
-->Os Beatles curtiam muito vinho: abaixo veja John Lennon e o “bonitinho” Paul McCartney, ainda jovens, fazendo um brinde aos leitores do In Vino Viajas.
-->Na foto abaixo o quarteto de músicos da banda norte-americana Ramones, precursora do chamado punk rock, com uma grande coleção de garrafas vazias de champanhe - ou não seria champanhe?
-->Muitos artistas, cantores, compositores, arranjadores, maestros e agentes musicais foram mais longe e produziram ou estão produzindo vinhos. Aqui em In Vino Viajas já publicamos várias destas histórias, como por exemplo estas tres abaixo.


Visite o chateau de Sting no coração da Toscana: http://invinoviajas.blogspot.com.br/2014/03/sting-convida-deguste-vinhos-e-faca-sua.html


(*) Rogerio Ruschel é editor deste blogue, já foi critico de música em revistas e emissoras de rádio, na juventude, e continua bebendo vinho – muitas vezes também ouvindo rock & roll.







terça-feira, 16 de dezembro de 2014

Dali, Picasso, Chagall, Warhol, Miró, Braque… Saiba porque os melhores artistas do mundo criam os rótulos do Château Mouton Rothschild

Por Rogerio Ruschel (*)
Porque alguns dos maiores artistas do mundo (como Pablo Picasso, criador do rótulo em 1973, acima) criaram as embalagens do vinho Château Mouton Rothschild, um dos mais badalados produtores de vinho da França e do mundo? In Vino Viajas vai contar para você, mas antes veja outra obra de arte, desta vez de Georges Braque, que criiou o rótulo da safra 1955, abaixo.
A propriedade fica no coração do Médoc (AC Pauillac), cerca de 70 quilometros a noroeste da cidade de Bordeaux e entrou para a família em 1853 quando o Barão Nathaniel de Rothschild, um membro do ramo inglês da família, comprou a propriedade de monsieur Brane Mouton, e a rebatizou de Mouton-Rothschild. Mas a grande virada começou em 1922, quando Phillipe de Rothschild, da quarta geração, então com 29 anos, assumiu aos poucos os negócios, interferindo positivamente no  futuro da empresa. Abaixo, rótulo de Salvador Dali, de 1958.
Até 1924, como todos os produtores na região do Médoc, o vinho Château Mouton Rothschild era vendido em barris para um comerciante em Bordeaux que fazia a maturação, engarrafamento, rotulagem,  marketing e as vendas. Por causa disso, este merchant (engarrafador e vendedor) nunca se preocupou com a aparência das garrafas que vendia. Mas em 1924 o jovem Barão Philippe de Rothschild tomou uma decisão, revolucionário na época, de engarrafar ele mesmo seu próprio vinho que saia da propriedade já pronto. (Veja no rótulo abaixo que todos os anos até meados dos anos 80 o produtor informa no rótulo o desempenho da safra). Abaixo rótulos feitos por Henry Moore, em 1964 e Joan Miró em 1969.
Para fazer isso Philippe de Rothschild encomendou o  trabalho para o então famoso designer de cartazes Jean Carlu que ao criar um rótulo para os vinhos do Château Mouton Rothschild, mudou a história dos vinhos para sempre. E assim foi feito, entre 1924 e meados dos anos 1940. Abaixo, rótulos criados por Marc Chagall em 1970 e pelo artista pop norte-americano Andy Warhol em 1975.
Em 1945 o Barão decidiu acrescentar no rótulo de seus vinhos um "V”  para celebrar a Vitória da libertação da França dos alemães no fim da Segunda Grande Guerra – veja abaixo. Sabe-se que os alemães fizeram muita sacanagem com os vinhos franceses, mas isto é outra história.
Como resultado foi muito bom, deste ano para a frente todos os anos o Barão convidava um artista para fazer um novo rótulo dos Château Mouton Rothschild, transformando as prateleiras em um museu de arte de altíssima qualidade, com rótulos desenvolvidos por artistas como Braque, Dali, Picasso, Kandinski, Chagall, Bacon, Tàpies, Miró, Andy Warhol e Koos. E a marca se transformou em um mito no mundo dos vinhos. Abaixo a obra de John Huston (1982), Keith Haring (1988) e do japonês Setsuko, em 1991.
Quando o Barão Philippe de Rothschild morreu em 1988 sua filha, a Baronesa Philippine de Rothschild, passou a comandar a empresa e assumiu para si a responsável de escolher os artistas para criarem os rótulo de cada ano . Além disso, a Baronesa apoiou ou financiou as artes como mecenas e foi grande incentivadora da exposição itinerante "Mouton Rothschild: arte e etiqueta".  Abaixo duas doiduras criativas de Raymond Savignac (1999) e Ilya Kabakov, de 2002.
A Baronesa Philippine de Rothschild morreu em 2014, deixando um grande legado em arte, vinicultura e negócios. Saiba mais sobre o trabalho da Baronesa em http://invinoviajas.blogspot.com.br/2014/09/um-brinde-baronesa-philippine-de.html .
(*) Rogerio Ruschel é editor deste blogue, bebedor de vinhos e amante da arte.






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sexta-feira, 12 de dezembro de 2014

”Engenhos de Ouro”, o livro: a cachaça mais nobre do Brasil ganha um guia do maior especialista brasileiro, Renato Frascino

 Rogerio Ruschel (*)

Um dos maiores especialistas em degustação de bebidas do Brasil, Renato Frascino vem avaliando e ensinando a avaliar vinhos, cachaças e águas há mais de tres décadas. Consultor de bebidas e alimentos de vinícolas e da revista de luxo Robb Report Gourmet, é consultor de alambiques, coordenador da Feira Expocachaça e autor de livros sobre vinhos e cachaças. É um talento que vem da infância: Frascino nasceu e cresceu em uma usina de açúcar e álcool do interior paulista e como é um dos  profissionais com a maior sensibilidade sensorial olfativa do Brasil, com certeza é o sommelier mais preparado para avaliar cachaças. (Abaixo, Frascino em foto da EnoEventos)
Pois Renato é o curador e pesquisador do livro “Cachaça – Engenhos de Ouro”, um livro definitivo para qualificar o nivel de excelência do destilado brasileiro. Produzida pela Editora InBook – que já publicou vários titulos sobre vinhos e cachaças – a obra será lançada em São Paulo dia 15 de dezembro no Eolo Gastronomia Bar, rua Dr. Renato Paes de Barros, 125, no Itaim Bibi, com portas abertas (veja convite na abertura deste post). Acostumado com produtos de excelência, Frascino é fã ardoroso da cachaça brasileira, que acredita que pode competir com destilados no mercado internacional. Esse é um dos objetivos do livro, como me disse por telefone: “Depois de muitos anos de estudo e pesquisas, e atuando como professor ou jurado de provas e concursos de destilados, resolvi fazer um livro com osmelhores engenhos do Brasil.”Na foto abaixo, Frascino dá uma aula de degustação de cachaças em Paraty, RJ.
     
Veja a seguir como Renato Frascino apresenta seu mais recente livro.
“O Brasil possui seu território de norte a sul e de leste a oeste apropriado à cultura da cana-de-açúcar, trazida pelos portugueses da Ilha dos Açores e da Madeira; passaram-se os séculos e a cachaça acompanhou a história do país até os dias de hoje. Essa bebida nunca esteve no lugar certo, sendo menosprezada ou no mínimo pouco valorizada. “ Abaixo, duas imagens da produção de cachaça separadas por quase dois séculos: um engenho desenhado por Jean August Debret em 1822 e um alambique moderno.
“Meu objetivo com este livro é mostrar o valor de empresários que vêm investindo na busca de excelência, com alto controle de qualidade e higiene, com tecnologia do campo ao copo e respeito ao consumidor nacional e internacional - os verdadeiros engenhos de ouro do Brasil, que elaboram uma cachaça de qualidade, em embalagens que destacam essa bebida brasileira.“
“É preciso ter cuidado quando usamos a palavra “artesanal”, mas com ela, refiro-me à cachaça elaborada dentro de padrões sanitários e técnicos elevados, envolvendo o plantio da variedade adequada de cana, o desenvolvimento das leveduras apropriadas, a destilação exímia, o armazenamento cuidadoso, seja em tonéis de madeira próprias para a tanoaria (acima) ou em tanques de aço, além da paixão do produtor, o que resultará em uma bebida de excelência.  A cachaça bem feita possui aromas primários e sabores típicos, provenientes da cana de açúcar, sendo possível identificar outros, frutados, incluindo os cítricos, assim como notas minerais. Quando armazenada em tonéis de carvalho ou em madeiras brasileiras por alguns anos, destacam-se aromas mais complexos, secundários, que vão desde mel, baunilha, coco, anis, cítricos, até frutas secas, couro e especiarias.“
“Para concluir, a cachaça, o nobre produto brasileiro, requer muito conhecimento, técnica e tecnologia, assim como embalagem elegante e muito amor de quem a elabora. O consumidor deve degustar em copos apropriados, sendo usual os típicos para “shots” e, mais recentemente, os cálices, para se apreciar melhor os aromas e sabores. A cachaça pode ser degustada tanto pura quanto em coquetéis (em copos adequados), acompanhando pratos e canapés. Independente do copo utilizado, a apreciação lenta e a moderação da dose ao consumo são recomendadas. ”

Convido o leitor do In Vino Viajas, certamente uma pessoa de muito bom gusto, a degustar o evento de lançamento e compratilhar da opinião de Renato Frascino sobre a evolução da cachaça brasileira.
Se você não puder participar mas quiser o livro CACHAÇA – ENGENHOS DE OURO, acesse o site da Inbook Editora  www.inbook.com.br

(*) Rogerio Ruschel, editor deste blogue, gosta de cachaças bem feitas e considera Renato Frascino o “Nariz de Ouro” das bebidas do Brasil.



quarta-feira, 10 de dezembro de 2014

O vinho brasileiro transbordou das taças e virou história em uma série de três livros sobre o vinho gaúcho

Por Rogerio Ruschel (*)

O ano de 2014 vai se encerrar com boas novas para o vinho brasileiro. E uma delas é que Rinaldo Dal Pizzol e Sérgio Inglez de Sousa finalmente estão entregando aos leitores ”Memórias do Vinho Gaúcho”, uma série de tres livros com com um total de 752 páginas sobre a produção de vinhos no Rio Grande do Sul entre os anos de 1620 e 2010.
Eles passaram praticamente a vida toda estudando vinicultura e viticultura. O gaúcho Rinaldo é empresário do setor desde os anos 1960, uma liderança institucional reconhecida, um intelectual dedicado a suas raizes, criador e mentor do Ecomuseu da Cultura do Vinho, a mais completa coleção de videiras do Brasil, com 400 uvas diferentes (veja mais abaixo uma foto do Vinhedo do Mundo). O paulista Sérgio convive com o estudo dos vinhos desde criança por causa do trabalho de seu pai – um conhecido pesquisador do assunto - e além de já ter conhecido praticamente quase todos os paises produtores de vinho, é autor de centenas de artigos e de vários livros sobre vinhos.
Mas nos últimos 30 anos Rinaldo Dal Pizzol (acima) e Sérgio Inglez de Sousa (abaixo) trabalharam de maneira sistemática e incansável para recolher e organizar documentos, depoimentos, histórias e textos legais relacionados a produção de vinhos no Rio Grande do Sul entre os anos de 1620 e 2010, para colocá-los nesta série de tres livros com ”Memórias do Vinho Gaúcho”.
Trata-se de uma obra fundamental; segundo os autores, ”o objetivo do livro é chamar a atenção das lideranças que conduzem a economia e a cultura estadual e nacional sobre o setor, além de incentivar a comunidade produtora a vasculhar as evidências de seu passado para contribuir com essa história e estimular para que a obra possa ser ampliada, aprofundada e modificada”. Rinaldo me disse que eles decidiram incluir dezenas de páginas sobre legislação e normas legais para permitir que pesquisadores e historiadores possam estudar o assunto no futuro partindo de uma base mais organizada.
Embora não seja uma definição histórica formal, pode-se dividir a história da vinicultura gaúcha (e brasileira, porque o estado produz mais de 80% do vinho nacional) em tres grandes etapas, cobertas pelos autores:
1)    entre 1620 - com a iniciativa dos portugueses e jesuítas que plantaram videiras para produção de vinho próprio ou de missa - e o ano de 1875, com a chegada dos primeiros imigrantes italianos na serra gaúcha;
2)    entre 1875 e meados dos anos 1980, quase um século de viticultura para consumo doméstico e próprio, com videiras de uvas americanas - mais adequadas para sucos ou consumo como fruta - plantadas no sistema de Latada (tipo "carramanchão");
3)    a partir do final dos anos 1980 quando muitas empresas novas entraram no mercado, as videiras foram sendo trocadas por uvas vitis viniferas, de maior qualidade para a produção de vinhos, e tecnologias de plantio (sistema espaldeira, tipo "cerca") e de produção vem sendo renovadas.
A obra tem apresentação do escritor Luis Fernando Veríssimo, prefácio do ex-ministro da Agricultura Francisco Turra e prólogo do empresário Raul Randon. Foi financiada por empresas utilizando os mecanismos da Lei Rouanet do Ministério da Cultura e foi editada pela AGE Editora. Estão previstos vários eventos de lançamento: no dia 15 de dezembro, no Ecomuseu da Cultura do Vinho, em Bento Gonçalves, e no dia 17 de dezembro, na Farsul, em Porto Alegre. Em 2015 será lançada em São Paulo e nos dias 25 e 26 de fevereiro será apresentada especialmente para o setor vitivinícola em Bento Gonçalves e Flores da Cunha.

Autores

Rinaldo Dal Pizzol
é natural de Bento Gonçalves (RS) e formado em Ciências Econômicas. Desde 1960 foi diretor de empresas do setor vinícola. Presidiu a União Brasileira de Vitivinicultura (Uvibra) e foi vice-presidente da Festa Nacional do Vinho, em Bento Gonçalves, e da Festa Nacional do Champanhe, em Garibadi. Atualmente preside o Instituto R. Dal Pizzol, atua como consultor de empresas vinícolas no Brasil e do exterior, é diretor da Dal Pizzol Vinhos Finos.
Sérgio Inglez de Sousa
é natural de Piracicaba (SP) e engenheiro mecânico por formação. Dedicou-se ao estudo do vinho viajando por praticamente todos os países produtores das Américas, Europa, África do Sul e Oceania. Ministrou cursos no Senac, foi Presidente da Sociedade Brasileira dos Amigos do Vinho e, dentre seus livros destaca-se a trilogia Vinho Tinto, Vinho Branco, Espumante – o prazer é todo seu. Sérgio é filho do professor, pesquisador e escritor Julio Seabra Inglez de Sousa, autor do famoso e apreciado livro Uvas para o Brasil, de 1969.
Minhas memórias da serra gaúcha. Escrevendo este post sobre memórias, me lembrei que nos anos 1961 a 1963, com 9 a 11 anos, morei em Bento Gonçalves. Estudei no Ginásio Nossa Senhora Aparecida (dos Irmãos Maristas) no tempo do diretor Irmão Avelino Madalozzo e lembro que no inverno ia para a escola bafejando vapor no frio horroroso e escorregando no gelo que se formava nas calçadas. Lembro que ao lado da casa onde morávamos, na esquina, existia um prédio enorme que era a sede da transportadora Tegon Valenti e na frente da nossa casa morava a familia de um amigo e colega de escola, o Dante Reali Mussoi, com quem brincava e jogava junto com meus irmãos Regis e Ricardo e seu primo, o Bruno. Lembro que eles tinham uma TV preto e branca e colocavam um papel transparente colorido na frente para ver “colorido“ e que tinhamos que ir dormir quando passava o comercial dos cobertores Parahyba, na TV Tupi. Lembro do aroma dos depósitos de vinho com dezenas de anos e dos vinhedos onde pedalávamos, num tempo em que andar de bicicleta não era ecológico nem bacana, era simplesmente divertido. Bons tempos, bons tempos.
(*) Rogerio Ruschel, editor deste blogue, tem muito orgulho em ser gaúcho e tem saudades dos tempos em que morou em Bento Gonçalves


segunda-feira, 8 de dezembro de 2014

Greta Garbo, Lauren Bacall, Marlene Dietrich … veja 10 grandes Divas de Hollywood contracenando com seus vinhos prediletos


Por Rogerio Ruschel (*)

Todas as grandes atrizes de Hollywood, desde Greta Garbo, no filme “Love”, de 1927 (foto acima), até hoje, contracenaram com galãs maravilhosos e vinhos desconhecidos – mas provavelmente grandes vinhos.  Vinhos tintos ou brancos, vinhos espumantes (champanhes, por certo, porque deviam ser champanhes franceses na milionária Hollywood), vinhos digestivos ou aperitivos – e até mesmo coquetéis de vinhos. Em muitos destes filmes, de certa forma o vinho foi protagonista das aventuras e desventuras que se passavam na tela – como com Sophia Loren, abaixo.

Todas as grandes atrizes gostavam de vinho na vida real e algumas destas até exageravam na quantidade: nos anos 40 e 50 as drogas eram o álcool e não os produtos quimicos da geração psicodélica e rock-and-roll a partir dos anos 60.  Veja a seguir algumas das grandes Divas da Hollywood em cenas que mostram porque o vinho sempre faz parte dos melhores momentos da vida das pessoas.

 Ingrid Bergman, no filme “Arch of Triumph” - 1948

Rita Hayworth, no filme “Gilda” – 1946


Ava Gardner, no filme  “The Killers” – 1946


Katherine Hepburn, no filme “Sylvia Scarlett” – 1935


Audrey Hepburn, no filme “Sabrina” – 1954


Bette Davis, no filme  “Old Acquaintance” – 1943


Grace Kelly, no filme  “Rear Window” – 1954


Marlene Dietrich, no filme “O diabo feito mulher” – 1952


Lauren Bacall, no filme  “The Big Sleep” – 1946


Imagens publicadas no site espanhol Vinopack

(*) Rogerio Ruschel é editor deste blogue e gosta de cinema, de atrizes bonitas e de vinho