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segunda-feira, 5 de maio de 2014

Messi vai levantar a taça - mas vai ser uma taça do vinho "Leo" em Avilés, na Espanha, no Famous Wine Festival


Por Rogerio Ruschel (*)

Entre 12 de junho e 16 de julho de 2014 o craque Lionel Messi estará no Brasil tentando levantar a taça da Copa do Mundo para a Argentina, mas não vai conseguir por duas razões: primeiro porque o Brasil será penta-campeão e em segundo lugar porque do jeito que andam as coisas no Barcelona, este ano Messi não vai ganhar mais nada... Mas o craque, pelo menos em pensamento, estará em Avilés, cidade da Asturias, na Espanha, onde na mesma época milhares de pessoas vão levantar taças com vinhos de sua marca – a Leo – durante a quinta edição do Famous Wine Festival (FWF).Que, aliás, é um grande sucesso.

O Famous Wine Festival é realizado no contexto do “Plan de Competitividad de Turismo Gastronómico de Asturias”, que associa cultura, arte, vinho e gastonomia na região do Principado de Astúrias. O festival é realizado há 4 anos e tem uma característica interessante: usa personalidades para fazer o lançamento de vinhos com suas marcas, como já o fez com Gerard Depardieu, Brad Pitt e Angelina Jolie, Iniesta (veja em outro post), Francis Ford Coppola e Julio Iglesias, entre outros. Neste ano de 2014 os produtos mais badalados serão os das marcas George Clooney (sim, o bonitão multi-premiado por Hollywood) e Lionel Messi – mas nenhum dos dois já confirmou presença.

Aliás, o Messi é mesmo um cara esperto: todo mundo estranhou o terno vermelho cor de vinho tinto (foto abaixo) utilizado por ele no evento da Bola de Ouro em janeiro deste ano, quando o português Cristiano Ronaldo ganhou o prêmio de melhor jogador de futebol do mundo.

Messi se destacava na multidão de ternos pretos (veja na foto abaixo ele está do ladoe esquerdo), por causa do terno cor de vinho criado pela Dolce & Gabbana e que, segundo dizem, Messi utilizou pela módica quantia de 1 milhão de Euros. Quer dizer: além de ganhar esta grana toda da Dolce & Gabbana, ainda conseguiu uma foto muito adequada para a vinicola argentina promover seu produto. O cara é bom mesmo!

Os vinhos com a marca Leo, o apelido de Lionel Messi, foram lançados pela Vinicola Bianchi, de San Rafael, Mendoza, Argentina, em 2012, e estão sendo vendidos em 35 paises; parte do lucro das vendas é destinado à Fundação Lionel Messi, para projetos sociais como o atendimento a crianças pobres da Argentina que o craque faz questão de realizar.

Os vinhos Leo tem preços acessíveis – pelo menos na Argentina: o vinho branco e o tinto malbec custam em torno de R$ 14,50; o espumante Extra Brut foi lançado custando R$ 26,40 e a a linha mais sofisticada, com a cepa Malbec Premium foi lançado custando pouco mais de 30 Reais. Os produtos da Vinicola Bianchi podem ser encontrados com facilidade no Brasil – pelo menos o vinho Don Valentín, um dos mais vendidos.

E quando você estiver em Avilés para comer e beber as atrações gastronômicas do Festival, aproveite e visite um pedacinho do Brasil que está lá: o Centro Cultural Internacional Oscar Niemeyer. Em 1989 o arquiteto brasileiro Oscar Niemeyer recebeu o Prêmio Príncipe das Astúrias e anos depois criou e doou à cidade o projeto de um centro cultural que foi construído pelo governo espanhol e inaugurado em 2011- veja abaixo, é um legítimo Niemeyer.
O centro é o único projeto de Niemeyer na Espanha e inclui um Auditório para cerca de 1.100 espectadores; a Cúpula, que é um espaço de exposição com cerca de 4.000 m²; a Torre, que é um mirante sobre o estuário e a cidade, com 13 metros de altura, onde fica um restaurante, e o Film Centre, um conjunto de espaços para ensaios, reuniões, seminários e conferências.



Outros posts da série Taças na Copa:
Os vinhos do craque espanhol Andrés Iniesta:

Sobre o Faces, o vinho oficial da Copa do Mundo 2014 da FIFA: http://invinoviajas.blogspot.com.br/2014/05/um-brinde-copa-do-mundo-2014-com-o.html

(*) Rogerio Ruschel mora e trabalha em São Paulo, é jornalista, enófilo e vai ter o prazer de ver o Brasil levantar a taça Copa do Mundo 2014

 


sexta-feira, 2 de maio de 2014

Um brinde à Copa do Mundo 2014 com o Faces, o vinho oficial da FIFA, um vinho brasileiro que revela o Brasil.


Por Sonia Denicol (*) 
Semana passada estive na Expovinis, uma feira internacional de vinhos que estava sendo realizada em São Paulo, e vivi um momento bem especial. Há 10 anos atrás eu conheci um pequeno projeto da Vinícola Lidio Carraro, de Bento Gonçalves, no sul do Brasil, que chamava atenção do mercado por sua ousadia de produzir vinhos com uma proposta purista, sem uso de barricas de madeira, sem intervenções ou correções e sem filtragens. Tudo em prol de revelar um vinho com identidade brasileira. (Abaixo, parte dos vinhedos da Lidio Carraro).

Uma identidade que para esta família (veja na foto abaixo) sempre esteve focada no trabalho no campo, no solo, estudado minuciosamente por sua carismática e competente enóloga, a Monica Rossetti, com quem tive o privilégio de andar pelos vinhedos, pelas parcelas demarcadas por ela, de acordo com tipo de solo e inclinação, para conhecer a fundo o que cada uma delas era capaz de revelar em cada um dos vinhos. Que trabalho lindo, naquele momento confesso que chorei! E foram estes vinhos que me fizeram enveredar na busca pelos caminhos das pequenas produções mais puras e autênticas, e que me fizeram descobrir um outro Brasil produtor de vinhos, diferente daquele que a gente conhecia até então.

Que ousadia foi esse projeto, bem vinda ousadia! Lembro que na época choveram críticas dos defensores dos vinhos super-encorpados, amadeirados e alcoólicos, de preferência de origem não nacional. Natural, afinal tudo que é diferente causa impacto e rejeição. Mas a Lídio Carraro não se deixou abater, seguiu em frente, sem se render aos padrões. E valeu a pena! O projeto cresceu e se consolidou, a ponto da vinícola ser escolhida pela FIFA para produzir o vinho representante da Copa do Mundo de 2014. (Abaixo, a fonte do vinho da Copa do Mundo: os vinhedos da Lidio Carraro em Bento Gonçalves, sul do Brasil)


Pois semana passada reencontrei a querida Monica Rossetti (veja na foto abaixo) pelos corredores da Expovinis, algo raro nos últimos anos, já que atualmente ela se divide entre a produção dos vinhos da Lídio aqui no Brasil e seus estudos na Itália. Ela me convidou para assistir a palestra que estava indo ministrar naquele momento para contar sobre o projeto Faces, o vinho da Copa. Foi muito interessante conhecer como foi pensado todo esse projeto - pena não ver nenhum formador de opinião ou crítico de vinhos na sala...

Quando a Lídio foi convidada para produzir o vinho da Copa logo a ideia foi a de buscar um vinho que revelasse o Brasil para o mundo, um país marcado pela diversidade. O desafio era então produzir um vinho especial, em volume suficiente, com qualidade, que revelasse a identidade do vinho brasileiro para o mundo e, muito importante, que pudesse ser bebido e entendido facilmente por todos os consumidores, iniciantes e iniciados, brasileiros e estrangeiros. Fazendo uma analogia com o evento a que este vinho se destinava, a proposta foi então de buscar uma seleção de uvas que pudesse compor um time equilibrado e expressivo para representar o vinho do Brasil. O Rio Grande do Sul foi o terroir eleito para a seleção das uvas, já que o estado é responsável por 90% da produção nacional, e onde estão plantadas todas as variedades mais representativas.

Foram elaborados 3 vinhos, um branco, um rosé e um tinto (veja o tinto, acima), todos com a proposta de expressar a diversidade, a descontração e a alegria dos brasileiros. (Veja na foto abaixo a embalagem com os produtos finais sendo apresentados para a presidenta do Brasil,  Dilma Rousseff). O branco é um assemblage das uvas mais representativas: Moscato Bianco, Chardonnay e Riesling Itálico, cada uma aportando ao vinho suas características mais peculiares, com os aromas deliciosos da Moscato, a elegância da Chardonnay e o frescor da Riesling. Um vinho para contar um pouco da história e trazer a alegria. O rosé foi pensado para homenagear a descontração e a sensualidade dos brasileiros, com um vinho versátil e gastronômico, capaz de harmonizar com a vasta culinária brasileira. Para esta seleção foram escaladas a Pinot Noir, a Merlot e a Touriga Nacional.

Depois de uma longa reflexão, o tinto veio de uma inspiração que a Monica teve enquanto assistia a uma partida de futebol: fazer uma seleção de 11 uvas. E aí veio o desafio: que time escalar? E qual seria a tática?  A estratégia foi selecionar uvas para, nas palavras da Monica “criar um vinho com intensidade de aromas, muita fruta, boca agradável e bom corpo.” Definida a tática ficou fácil escalar o time, composto Cabernet Sauvignon, Touriga Nacional, Tempranillo, Pinot Noir, Teroldego, Tannat, Nebbiolo, Merlot, Ancelotta e Alicante Bouschet, com o arremate macio e doce da Malbec para finalização do paladar. (Abaixo, veja os diversos vinhos que “entraram em campo” para fazer o belnd final do Faces tinto).

Um vinho que sem dúvida mostra as belezas e os sabores da nossa diversidade, que não se define por um único povo, assim como nosso vinho não se define por uma única uva. É mais do que um simples símbolo produzido para a Copa, é um vinho para mostrar ao mundo um até então desconhecido Brasil produtor de vinhos. 



Para finalizar esta apresentação especial, fomos brindados com uma degustação em primeira mão do lançamento da vinícola, o Merlot 2008 comemorativo aos 10 anos da Lídio Carraro. Um vinho de incrível estrutura, mostrando a força e a raça das terras de Encruzilhada do Sul.  Com a presença tímida e emocionante do Sr. Lídio Carraro, que começou este projeto, brindamos a estes 10 anos de trabalho bem sucedido (na foto acima, Monica Rosseti, Lídio Carraro e Patricia Carraro). E eu, em silêncio com minha taça, comemorei com este vinho meus 10 anos de trabalho!  (Abaixo, Sonia Denicol em Verona, Itália.)


Outros posts da série Taças na Copa:
Os vinhos do craque espanhol Andrés Iniesta:

Sobre o Faces, o vinho oficial da Copa do Mundo 2014 da FIFA: http://invinoviajas.blogspot.com.br/2014/05/um-brinde-copa-do-mundo-2014-com-o.html

 
 (*) Sonia Denicol é sommelier com grau 3 na Wine & Spirit Education Trust, trabalha com vinhos há 10 anos e registra suas descobertas no blog http://madamedovinho.blogspot.com.br/, com o pseudônimo de Madame do Vinho, uma autora com muita sensibilidade e apaixonada por vinhos brasileiros.

quarta-feira, 30 de abril de 2014

Concurso Veuve Cliquot de gastronomia internacional premia os brasileiros Alex Atala e Helena Rizzo entre os 50 melhores chefs do mundo

Alex Atala e Helena Rizzo entre os melhores chefs do mundo

“Parece que a viagem de Helena Rizzo ao topo dos reconhecimentos internacionais como chefe de cuisine está apenas começando. No entanto, o auge já está à vista, com dois grandes prêmios por seu restaurante que está constantemente subindo na lista dos 50 Melhores Restaurantes do Mundo. 

No ano passado a gaúcha Rizzo (na foto acima com uma bandeja de codornas) recebeu o prêmio de Melhor Chef Feminino na inauguração da lista dos 50 Melhores Restaurantes da América Latina e este ano atinge a mesmas honra no cenário mundial, um feito extraordinário para alguém que só está na metade dos seus 30 anos. (Só para registrar: ela também foi a melhor chef feminino no Prêmio Nacional Dólman 2014, o mais importante do Brasil). 
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Seu restaurante Mani fica no Jardim Paulistano, em São Paulo-SP – endereço que combina com os ingredientes brasileiros tradicionais e filosofias culinárias com técnica moderna e uma pitada de influência internacional, da Espanha e da Itália em particular, que ela usa. 

--> A habilidade dos cozinheiros brasileiros em conciliar o respeito à tradição com técnicas contemporâneas e evolução da cozinha faz parte do talento cru e da experiência desta chef e de outros brasileiros, como Alex Atala (veja abaixo). Desde o início de sua jornada profissional Helena Rizzo procurou trabalhar com chefs que compartilhavam sua visão culinária ampla e adaptável. Pela culinária desistiu da carreira de modelo e da formação de arquiteta e aprendeu seu ofício com alguns dos chefs mais influentes de São Paulo, entre os quais Emmanuel Bassoleil, Luciano Boseggia e Neka Menna Barreto.
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Ao fazer uma grande turnê de culinária na Itália e na Espanha, que culminou no restaurante El Celler Girona, de Can Roca, conheceu seu futuro marido, o espanhol Daniel Redondo Cuevas (com ela, na foto acima). A dupla abriu o Mani em 2006 e continua a trabalhar  n a cozinha (mas também na gestão do restaurante) em uma parceria que está transformando o Mani em um dos melhores restaurantes da América Latina - liderado pela Melhor Chef Feminino do Concurso Veuve Clicquot Mundial.”

 
Alex Atala, do D.O.M. é o Chef do Ano, escolhido pelos demais chefs  

“Como um campeão incansável da comida brasileira, Alex Atala está na lista dos 50 melhores do mundo desde 2006 e ajudou a colocar a cozinha do Brasil no mapa gastronômico de uma forma poucos teriam acreditado ser possível há menos de 10 anos.
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Atala foi punk e foi DJ. Hoje é um chef de cuisine talentoso e também um explorador e embaixador cultural por mergulhar profundamente na Amazônia, auxiliado por cientistas e antropólogos (e por índios, veja abaixo), para descobrir ingredientes perdidos e trazê-los para suas receitas. Comer no DOM, seu restaurante São Paulo, necessita reserva com meses de antecedência e é quase como fazer uma viagem para o desconhecido, para um passado quase esquecido - mas que foi trazido de forma energética para o presente.
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O estilo de culinária de Atala é imersiva; ele mostra uma habilidade instintiva de trazer “para o mundo” ingredientes amazônicos não conhecidos. O chef começou a cozinhar durante uma viagem como mochileiro pela Europa, trabalhando em cozinhas na Bélgica, França e Itália, onde aprendeu as técnicas que usa ainda hoje. No entanto, foi durante essas viagens que Atala também reconheceu um fato interessante - assim como ele não foi capaz de dominar a culinária de cada país para o mesmo nível de chefs nativos, eles não seriam capazes de cozinhar alimentos no Brasil. Assim, nasceu o desejo de replicar as realizações de seus tutores e mestres, em sua terra natal. (Aliás, Atala criou outro restaurante, o Dalva e Dito, para criar “gastronomia afetiva com alma essencialmente brasileira”, como ele mesmo diz.
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Como acontece com qualquer aventura, a empreitada exigiu coragem e paixão para ser realizada. Quando Atala abriu seu restaurante, em 1999, sua única ambição era ganhar dinheiro e só ao longo do tempo seu restaurante auto-aclamado 'punk-boy' virou o DOM que é hoje.  Mas na trajetória o chef brasileiro levou legiões de chefs a seguirem o seu exemplo. Como o próprio Atala diz: "Nem todos os desajustados estão condenados . "
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Um brinde aos dois campeões,


Texto: Divulgação do concurso com edição de Rogerio Ruschel






 



segunda-feira, 28 de abril de 2014

Tirem as crianças da sala: chegaram os sensuais pirulitos com sabor de vinho que vão tirar o seu sono - está servido?


Por Rogerio Ruschel (*)  
Lembra quando você era pequeno e sua mãe não deixava você chupar pirulito porque ia estragar seus dentes? Pois agora você pode se vingar - e se dar bem, porque pirulito no século XXI é coisa para adultos. Pelo menos é o que a empresa Lollyphile pensa, e uma prova disso é o pirulito com sabor de vinho Merlot, que a ruivinha está oferecendo nas fotos acima e abaixo – está servido?

A Lollyphile é um fabricante de doces nascido em San Francisco, Califórnia e crescida em Austin, Texas - Estados Unidos. Embora tenha apenas 5 anos se tornou muito conhecida nos Estados Unidos pelos sabores originais de seus pirulitos, feitos especialmente para jovens moderninhos que procuram novidades diferenciadas. Como por exemplo, este instigante pirulito de pomegranate tangerine, que está lambuzando a coitada da moça, na foto abaixo.

Pois a empresa agora está oferecendo aos consumidores também pirulitos de vinhos e cervejas, que devem fazer muito sucesso no próximo verão do Hemisfério Norte. A loira abaixo, por exemplo, está degustando um pirulito de Chardonnay – dá para perceber, não?

Outro dos novos sabores de pirulitos com sabor de vinhos é um clássico: cabernet sauvignon. Se você prestar atenção, vai ver que a morena abaixo está segurando um pirulito de cabernet sauvignon.

Se você estiver em dúvida sobre qual sabor de vinho escolher, não tem problema: compre um pacote que tem pirulitos com os três sabores, como dá para ver abaixo.

Mas a empresa já tem outros produtos muito interessantes, como pirulitos de Amaretto, a tradicional bebida italiana que foi recriada na forma de pirulitos muito engraçados (e provavelmente saborosos...) – veja abaixo.

Outros sucessos são os pirulito de Absintho, a bebida alcoólica verdinha,com mais de 60% de álcool, que até o quanto eu saiba ainda é proibida no Brasil, e pirulito de Irish Cream, aquele delicioso drink leitoso que todo mundo gosta – veja abaixo as fotos dos pirulitos.


E que tal chupar um pirulito de Blue Cheese? Pode ser estranho, mas talvez seja o produto de mais sucesso, e que tem como promessa publicitária a frase “It's fun, it's sweet, it's bizarre, it's an adventure.”

Entre outros sabores, a Lollyphile produz também pirulitos com sabores florais (violeta, lavanda, rosas); pirulitos de sabores de chá (chá verde e chai) e sabores de frutas – como o de morango que como você pode ver, a moça da foto abaixo está curtindo.

Mas eles fabricam pirulitos com sabores muito doidos como chocolate e  maple/bacon - veja abaixo a moça preparando seu pirulito para o café da manhã.

Ou ainda sriracha, que é um tipo de molho tailandês muito apimentado – veja abaixo;

Mas o sabor mais estranho não é nenhum destes, e sim o pirulito de “Leite Humano”, isto mesmo, Breast Milk Flavour. Não são feitos de leite de mulheres de verdade, mas segundo os fabricantes “Estes pirulitos não vão trazer de volta memórias de infância; eles vão trazer o instinto animal.” Veja abaixo o “modelo” utilizado para apresentar o pirulito de leite de mamãe...

Nos Estados Unidos os pirulitos da Lollyphile tem preços a partir de US$ 3,00 a unidade; na Europa o preço individual é 2,5 Euros. Eles ainda não enviam para o exterior, mas creio que em breve vão poder dar conta disto também. 

Como sou seu amigo, meu caro leitor, informo o site da Lollyphile para você ver quanto custam os pirulitos mais sedutores do mundo: http://www.lollyphile.com/

(*) Rogerio Ruschel é jornalista, enófilo e voltou a gostar de pirulitos – mesmo sabendo que podem fazer mal para os dentes…